Ter uma vida cristã e devota, em geral, não requer nenhuma habilidade ou necessidade intelectual. Cristo, afinal, não precisou de Platão e Aristóteles, para pregar sobre a entrega à Deus através do amor puro. A essência do cristianismo não é se sentir bem sobre nós mesmos ou se sentir especial por causa do que sabemos ou somos (ou pensamos que sabemos e somos), a essência do cristianismo está em sacrificar-se a cada momento através do amor puro, para que nós e os outros por quem oramos, possam ser salvos do pecado. É por isso que Cristo pregou em parábolas: para contornar o intelecto e tocar diretamente os corações e almas.
Parábolas
Na parábola do semeador (Mateus 13:1-9, Marcos 4:1-9, Lucas 8:4-8), Cristo descreve o que aconteceria com a própria Palavra que Ele pregou.
- Algumas pessoas, por causa da indiferença, da ingratidão e desprezo, rejeitam a Palavra mesmo quando a ouvem e se recusam a acreditar. Seus corações são duro como a rocha.
- Algumas pessoas aceitam a Palavra intelectualmente e pensam que acreditam. Mas quando os problemas aparecem se afligem, entram em pânico, não possuem paciência e abandonam a oração.Tentam obter satisfação com suas próprias mãos porque não criaram as raízes de fé profunda em seu coração e vontade.
-Algumas pessoas aceitam a Palavra de fé, mas em seguida, permitem que as atrações do mundo tomem conta de suas vidas e sufocam os frutos da fé.
Cristo também falou sobre a parábola do jóio no meio do trigo (Mateus 13:24-30), no qual ele descreveu como malfeitores e aqueles que fazem outros pecar irão existir junto com os fiéis até o julgamento final quando as ervas daninhas serão queimadas.
Um mundo cheio de impiedade
Leia mais ...