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26 janeiro 2013

Sugestões de oratórios para igreja doméstica!

home altar 1

Com relicários.
 

Com incenso.

 
 
Simples

Estes  acima foram retirados do site St. Peter List


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esse parece uma capelinha
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Não há desculpa de não ter parede para colocar uma mesa;)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Sem palavras!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Miserere nobis!























 






 
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03 novembro 2012

Armadura de Deus - páginas para colorir

Essa batalha não é guerra material, e sim espiritual. Então, como alguém pode sobreviver? Precisamos ser "fortalecidos no Senhor e na força do seu poder" (6:10) e devemos vestir "toda a armadura de Deus" (6:11,13).
 
 
 
 

 

 
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03 julho 2011

Aprendendo a orar com os Salmos




....O Saltério se apresenta como um “formulário”de orações, uma seleção de 150 salmos que a tradição bíblica oferece ao povo dos crentes para que se converta em sua (nossa) oração, nosso modo de dirigir-nos a Deus e de relacionar-nos com Ele. Neste livro, encontra expressão toda a experiência humana, com suas múltiplas facetas, e todo o leque dos sentimentos que acompanham a existência do homem. Nos Salmos, entrelaçam-se e se exprimem alegria e sofrimento, desejo de Deus e percepção da própria indignidade, felicidade e sentido de abandono, confiança em Deus e dolorosa solidão, plenitude de vida e medo de morrer. Toda a realidade do crente conflui nestas orações, que o povo de Israel primeiro e a Igreja depois assumiram como meditação privilegiada da relação com o único Deus e resposta adequada em sua revelação na história. Quanto à oração, os salmos são a manifestação do ânimo e da fé, nos quais se pode reconhecer e nos quais se comunica esta experiência de particular proximidade de Deus, à qual todos os homens estão chamados. E é toda a complexidade da existência humana que se concentra na complexidade das diversas formas literárias dos diferentes salmos: hinos, lamentações, súplicas individuais e coletivas, cantos de agradecimento, salmos penitenciais e outros gêneros que podem ser encontrados nestas composições poéticas.

Apesar desta multiplicidade expressiva, podem estar identificados dois grandes âmbitos que sintetizam a oração do Saltério: a súplica, conectada com o lamento, e o louvor, duas dimensões correlacionadas e quase inseparáveis. Porque a súplica está motivada pela certeza de que Deus responderá, e este gesto abre ao louvor e à ação de graças; e o louvor e o agradecimento surgem da experiência de uma salvação recebida, que supõe uma necessidade de ajuda que a súplica expressa. Na súplica, o salmista se lamenta e descreve sua situação de angústia, de perigo, de desolação ou, como nos salmos penitenciais, confessa a culpa, o pecado, pedindo para ser perdoado.

Ele expõe ao Senhor seu estado de necessidade, na certeza de ser escutado, e isso implica um reconhecimento de Deus como bom, desejoso do bem e “amante da vida” (cf. Sb 11, 26), preparado para ajudar, salvar, perdoar. Assim, por exemplo, reza o salmista no salmo 31: “Em ti, Senhor, me refugiei, jamais eu fique desiludido. (…) Livra-me do laço que me armaram, porque és minha força” (v. 2.5). Já no lamento, portanto, pode surgir algo do louvor, que se preanuncia na esperança da intervenção divina e se torna depois explícito quando a salvação divina se converte em realidade. De modo análogo, nos salmos de agradecimento e de louvor, recordando o dom recebido ou contemplando a grandeza da misericórdia de Deus, reconhece-se também a própria pequenez e a necessidade de ser salvos, o que é a base da súplica. Assim, confessa-se a Deus a própria condição de criatura inevitavelmente marcada pela morte, ainda que portadora de um desejo radical de vida. Por isso, o salmista exclama, no salmo 86: “Eu te darei graças, Senhor, meu Deus, de todo o coração, e darei glória a teu nome sempre, porque é grande para comigo o teu amor; do profundo dos infernos me tiraste” (v.12-13). De tal modo, na oração dos salmos, a súplica e o louvor se entrelaçam e se fundem em um único canto que celebra a graça eterna do Senhor que se inclina diante da nossa fragilidade. Exatamente para permitir ao povo dos crentes que se unam neste canto, o Livro dos Salmos foi dado a Israel e à Igreja. Os salmos, de fato, ensinam a rezar. Neles, a Palavra de Deus se converte em palavra de oração – e são as palavras do salmista inspirado –, que se torna também palavra do orante que reza os salmos. É esta a beleza e a particularidade deste livro bíblico: as orações contidas nele, ao contrário de outras orações que encontramos na Sagrada Escritura, não se inserem em uma trama narrativa que especifica o sentido e a função. Os salmos são oferecidos ao crente como texto de oração, que tem como único fim o de converter-se na oração de quem o sassume e com eles se dirige a Deus. Porque são Palavra de Deus, quem reza os salmos fala a Deus com as mesmas palavras que Deus nos deu; dirige-se a Ele com as palavras que Ele mesmo nos dá. Assim, rezando os salmos, aprendemos a rezar. Eles são uma escola de oração.

Algo análogo acontece quando a criança começa a falar: aprende a expressar suas próprias sensações, emoções, necessidades, com palavras que não lhe pertencem de modo inato, mas que aprende dos seus pais e dos que vivem com ela. O que a criança quer expressar é sua própria vivência, mas o meio expressivo é de outros; e ela, pouco a pouco, se apropria desse meio; as palavras recebidas dos seus pais se tornam suas palavras e, através das palavras, aprende também uma forma de pensar e de sentir, acede a um mundo inteiro de conceitos e cresce com eles, relaciona-se com a realidade, com os homens e com Deus. A língua dos seus pais finalmente se converte em sua língua; fala com palavras recebidas de outros que, nesse momento, se converteram em suas palavras. Assim acontece com a oração dos salmos. Eles nos são dados para que aprendamos a dirigir-nos a Deus, a comunicar-nos com Ele, a falar-lhe de nós com as suas palavras, a encontrar uma linguagem para o encontro com Deus. E, por meio dessas palavras, será possível também conhecer e acolher os critérios da sua atuação, aproximar-se do mistério dos seus pensamentos e dos seus caminhos (cf. Is 55,8-9) e, assim, crescer cada vez mais na fé e no amor. Como nossas palavras não são somente palavras, mas nos ensinam um mundo real e conceptual, assim também estas orações nos mostram o coração de Deus, razão pela qual não só podemos falar com Deus, senão que podemos aprender quem é Deus e, aprendendo a falar com Ele, aprendemos a ser homens, a ser nós mesmos.

Para este propósito, parece significativo o título que a tradução hebraica deu ao Saltério. Este é Tehillîm, um termo que quer dizer “louvor”; dessa raiz verbal vem a expressão “Halleluyah”, ou seja, literalmente “Louvai o Senhor”. Este livro de orações, portanto, ainda que seja multiforme e complexo, com seus diversos gêneros literários e com suas articulações entre louvor e súplica, é um livro de louvor, que nos ensina a agradecer, a celebrar a grandeza do dom de Deus, a reconhecer a beleza das suas obras e a glorificar seu Nome Santo. É esta a resposta mais adequada diante da manifestação do Senhor e da experiência da sua bondade. Ensinando-nos a rezar, os salmos nos ensinam que, também na desolação, na dor, a presença de Deus permanece, é fonte de maravilha e de consolo; podemos chorar, suplicar, interceder, lamentar-nos, mas com a consciência de que estamos caminhando rumo à luz, onde o louvor poderá ser definitivo. Como nos ensina o salmo 36: “Em ti está a fonte da vida e à tua luz vemos a luz” (Sl 36,10). Mas, além deste título geral do livro, a tradição hebraica colocou em muitos salmos títulos específicos, atribuindo-os, em sua maioria, ao rei Davi. Figura de notável espessor humano e teológico, Davi é um personagem complexo, que atravessou as mais diversas experiências fundamentais da vida. Jovem pastor do rebanho paterno, passando por alternadas e às vezes dramáticas experiências, ele se converte em rei de Israel, pastor do povo de Deus. Homem de paz, combateu muitas guerras; incansável e tenaz buscador de Deus, traiu o amor e isso é uma característica sua: sempre foi um buscador de Deus, ainda que tenha pecado gravemente muitas vezes; humilde e penitente, acolheu o perdão divino, também o castigo divino, e aceitou um destino marcado pela dor. Davi foi um rei – com todas as suas fraquezas – “segundo o coração de Deus” (cf. 1 Sam 13,14), ou seja, um orante apaixonado, um homem que sabia o que quer dizer suplicar e louvar. A relação dos salmos com este insigne rei de Israel é, portanto, importante, porque ele é uma figura messiânica, ungido pelo Senhor, alguém que, de alguma forma, antecipou o mistério de Cristo.

Igualmente importantes e significativos são a forma e a frequência com que as palavras dos salmos são retomadas no Novo Testamento, assumindo e destacando o valor profético sugerido pela relação do Saltério com a figura messiânica de Davi. No Senhor Jesus, que em sua vida terrena rezou com os salmos, eles encontram seu definitivo cumprimento e revelam seu sentido mais profundo e pleno. As orações do Saltério, com as quais se fala a Deus, nos falam d'Ele, nos falam do Filho, imagem do Deus invisível (Col 1,15), que nos revela completamente o rosto do Pai. O cristão, portanto, rezando os salmos, reza ao Pai em Cristo, assumindo estes cantos em uma perspectiva nova, que tem no mistério pascal sua última chave interpretativa. O horizonte do orante se abre, assim, a realidades inesperadas, todo salmo tem uma luz nova em Cristo e o Saltério pode brilhar em toda a sua infinita riqueza.

Irmãos e irmãs queridíssimos, tenhamos este livro santo nas mãos; deixemo-nos ensinar por Deus para dirigir-nos a Ele; façamos do Saltério um guia que nos ajude e nos acompanhe cotidianamente no caminho da oração. E peçamos, também nós, como discípulos de Jesus: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc 11,1), abrindo o coração e acolhendo a oração do Mestre, em quem todas as orações chegam à sua plenitude. Assim, sendo filhos no Filho, poderemos falar a Deus chamando-o de “Pai nosso”.



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24 maio 2011

As estações da Via Lucis



1. A ressurreição de Jesus (Mateus 28:1-10)

2. O encontro do sepulcro vazio (João 20:1-10)

3. Jesus se encontra com Maria Madalena (João 20:11-18)

4. Jesus aparece no caminho à Emaús (Lucas 24:13-27)

5. Jesus é reconhecido ao quebrar o pão (Lucas 24:28-35)

6. Jesus aparece aos discípulos em Jerusalem (Luca 24:36-43)

7. Jesus dá aos discípulos o poder de perdoar os pecados (João 20:19-23)

8. Jesus fortalece a fé de Tomás (João 20:24-29)

9. Jesus aparece ao lago de Tiberíades (João 21:1-14)

10. Jesus pede à Pedro que cuide de suas ovelhas (Primazia de Pedro) (João 21:15-17, 19b)

11. Jesus encarrega os discípulos na Montanha  (Mateus 28:16-20)

12.  Ascensão de Jesus (Atos 1:6-12a)

13. Maria e os discípulos esperam em oração (Atos 1:12-14)

14. O derramamento do Espírito Santo no Pentecostes (Atos 2:1-13)
 

Infelizmente não consegui fotos melhores. Use as imagens como na Via Sacra. Recorte, coloque pela casa e medite em cada uma com o auxílio da Bíblia até o dia de Pentecostes!





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01 maio 2011

Se quereis graças, ide à São José!



"Tomei por advogado e senhor o glorioso S. José e encomendei-me muito a ele. Vi claramente que tanto desta necessidade, como de outras maiores de honra e perda de alma, este Pai e Senhor meu me tirou com maior bem do que eu lhe sabia pedir. Não me recordo até agora de lhe ter suplicado coisa que tenha deixado de fazer. É coisa de espantar as grandes mercês que Deus me têm feito por meio deste bem aventurado santo e dos perigos de que me tem livrado tanto no corpo como na alma. A outros santos parece ter dado o Senhor graça para socorrerem uma necessidade; deste glorioso Santo tenho experiência que socorre todas. O Senhor nos quer dar a entender que assim como lhe foi sujeito na terra - pois como tinha nome de pai, embora sendo aio, O podia mandar - assim no céu faz quanto lhe pede...

Quisera eu persuadir a todos a serem devotos deste glorioso santo, pela grande experiência que tenho dos bens que alcança de Deus. Não tenho conhecido pessoa que deveras lhe seja devota e lhe presta particulares obséquios, que a não veja mais aproveitada na virtude; porque ajuda de grande modo às almas que a Ele se encomendam.

Parece-me que há alguns anos que, cada ano, no seu dia, lhe peço uma coisa e sempre a vejo realizada; se a petição vai algo torcida ele a endireita para maior bem meu...só peço, por amor de Deus, que faça a prova quem não acreditar e verá por experiência o grande bem que é o encomendar-se a este glorioso Patriarca e ter-lhe devoção...

É que não sei como se pode pensar na Rainha dos Anjos - no tempo em que tanto passou com o menino Jesus - sem que se dê graças a S. José pelo muito que então os ajudou. Quem não encontrar mestre que lhe ensine oração, tome a este glorioso Santo por mestre e não errará caminho."

(Santa Teresa de Ávila, "Livro da Vida", Capítulo VI, 6-8)

Clique em São José nas categorias e encontrará várias atividades para as crianças!

São José
Ora pro nobis! 

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01 janeiro 2011

Janeiro - Mês dedicado ao Santo nome de Jesus e a sua infância




A Obediência de Jesus

532. A submissão de Jesus à sua Mãe e ao seu pai legal foi o cumprimento perfeito do quarto mandamento. É a imagem temporal da sua obediência filial ao Pai celeste. A submissão diária de Jesus a José e a Maria anunciava e antecipava a submissão de Quinta-Feira Santa: «Não se faça a minha vontade [...]» (Lc 22, 42). A obediência de Cristo, no quotidiano da vida oculta, inaugurava já a recuperação daquilo que a desobediência de Adão tinha destruído (248).

Fonte: CIC



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10 dezembro 2010

São José - Exemplo de Obediência



A disposição fundamental da alma de São José era total confidência  e abandono à Deus, fonte de sua fé.
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23 novembro 2010

Os desejos



Todos sabem que não se deve desejar nada de mal, porque o desejo de uma coisa ilícita torna o coração mau. Mas eu acrescento que não se deve desejar nada que é perigoso para a alma, como bailes, jogos e outros divertimentos, honras e cargos importantes, visões e êxtases; tudo isso traz muita vaidade consigo e é sujeito a muitos perigos e ilusões.
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07 agosto 2010

Para os desobedientes


Da obediência do súdito humilde conforme o exemplo de Jesus Cristo

JESUS CRISTO
1. Filho, quem procura apartar-se da obediência, aparta-se também da graça; e quem procura o seu bem particular, priva-se dos bens comuns gerais.
Quando alguém não se sujeita de bom grado a seu superior, sinal é que sua carne ainda não obedece perfeitamente, mas que se rebela ainda muitas vezes contra o espírito.
Aprende, pois, a submeter-te prontamente a teu superior, se desejas ter a tua carne sujeita.
Porque o inimigo de fora é bem depressa vencido, quando o homen não tem a guerra dentro de si mesmo.
Não há inimigo pior e nem mais perigoso para tua alma que tu mesmo.`
É necessário que te desprezes a ti mesmo, se queres vencer a carne e o sangue.
Mas porque ainda te amas desordenadamente, por isso receias sujeitar-te de todo à vontade dos outros.
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24 julho 2010

Na hora da morte

“Deus preveniu os pecadores que na hora da morte o procurarão e não o hão de achar (Jo 7,34). Disse que então já não será tempo de misericórdia, mas sim de justa vingança (Dt 32,15).


A razão nos ensina esta mesma verdade, porque na hora da morte, o mundano se achará fraco de espírito, obscurecido e duro de coração pelos maus hábitos que contraiu; as tentações então manifestar-se-ão mais violentas, e ele, que em vida se acostumou a render-se e a deixar-se vencer, como resistirá naquele transe? Seria necessária uma graça extraordinária e poderosa para lhe transformar o coração. Mas será Deus obrigado a lha conceder? Ou talvez a mereceu pela vida desordenada que levou? E, no entanto, trata-se nessa ocasião da desdita ou da felicidade eterna. Como é possível, ao pensar nisto, que aquele que crê nas verdades da fé não renuncie a tudo para entregar-se inteiramente a Deus, que nos julgará segundo as nossas obras?”

(Santo Afonso de Ligório. Preparação para a morte. Edição PDF. Página 21)
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22 junho 2010

A Visão Beatífica


Benedictus Deus
Constituição emitida pelo Papa Bento XII em 1336

Através desta Constituição que deve permanecer em vigor para sempre, nós, com autoridade apostólica, definimos o seguinte:
De acordo com a disposição geral de Deus as almas de todos os santos que partiram deste mundo antes da paixão de nosso Senhor Jesus Cristo e também dos santos apóstolos, mártires, confessores, virgens e outros fiéis que morreram depois de receber o santo batismo de Cristo desde que não necessitassem de purificação alguma quando morrreram ou não necessitarão de nenhuma quando morrerem no futuro, ou então, se necessário alguma purificação após terem sido purificados depois da morte e também as almas das crianças que renasceram pelo batismo de Cristo ou as que serão batizadas se morrerem antes de atingir o uso do livre arbítrio: todas essas almas imediatamente (mox) após a morte e no caso daquelas que precisaram de purificação após a terem sido purificadas como mencionado acima, desde a Ascensão de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo ao céu , já antes de assumir seus corpos novamente e antes do juízo final, têm estado, estão e estarão com Cristo no céu, no Reino dos céus e paraíso, juntando-se à companhia dos santos anjos. Desde a paixão e morte do Senhor Jesus Cristo essas almas tem visto e vêem a essência divina com uma visão intuitiva e face à face sem a mediação de nenhuma criatura como meio de objeto da visão e sim a essência divina que se manifesta imediatamente para eles, claramente, luminosamente e abertamente, e nesta visão gozam a essência divina. Além disso, por esta visão e gozo, as almas daqueles que já morreram são verdadeiramente abençoadas e possuem a vida eterna e descanso. Também as almas daqueles que morrerão no futuro irão ver a mesma essência divina e desfrutarão antes do juízo final.

Tal visão e desfrute da essência divina acabam com os atos de fé e esperança nestas almas já que a fé e a esperança são virtudes propriamente teológicas. Após essa visão intuitiva, face a face e gozo que tem ou terá começado nestas almas, a mesma visão e desfrute tem continuado e continuará sem interrupções e sem fim até o Juízo Final e a partir de então para sempre.

(Sobre o inferno e o juízo final)

Além disso, nós definimos que, segundo a disposição geral de Deus, as almas daqueles que morrem em pecado mortal  vão para o inferno imediatamente (MOX) após a morte e lá sofrem a dor do inferno. No entanto, no dia do juízo todos os homens aparecerão com seus corpos "perante o tribunal de Cristo" para dar conta de suas ações pessoais " de modo que cada um receberá o bem ou o mal de acordo com o que fizera enquanto no corpo "(2 Cor 5,10).

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14 junho 2010

Conceitos Básicos em Psicologia Católica

Ter uma vida cristã e devota, em geral, não requer nenhuma habilidade ou necessidade intelectual. Cristo, afinal, não precisou de Platão e Aristóteles, para pregar sobre a entrega à Deus através do amor puro. A essência do cristianismo não é se sentir bem sobre nós mesmos ou se sentir especial por causa do que sabemos ou somos (ou pensamos que sabemos e somos), a essência do cristianismo está em sacrificar-se a cada momento através do amor puro, para que nós e os outros por quem oramos, possam ser salvos do pecado. É por isso que Cristo pregou em parábolas: para contornar o intelecto e tocar diretamente os corações e almas.

Parábolas
Na parábola do semeador (Mateus 13:1-9, Marcos 4:1-9, Lucas 8:4-8), Cristo descreve o que aconteceria com a própria Palavra que Ele pregou.
- Algumas pessoas, por causa da indiferença, da ingratidão e desprezo, rejeitam a Palavra mesmo quando a ouvem e se recusam a acreditar. Seus corações são duro como a rocha.
- Algumas pessoas aceitam a Palavra intelectualmente e pensam que acreditam. Mas quando os problemas aparecem se afligem, entram em pânico, não possuem paciência e abandonam a oração.Tentam obter satisfação com suas próprias mãos porque não criaram as raízes de fé profunda em seu coração e vontade.
-Algumas pessoas aceitam a Palavra de fé, mas em seguida, permitem que as atrações do mundo tomem conta de suas vidas e sufocam os frutos da fé.

Cristo também falou sobre a parábola do jóio no meio do trigo (Mateus 13:24-30), no qual ele descreveu como malfeitores e aqueles que fazem outros pecar irão existir junto com os fiéis até o julgamento final quando as ervas daninhas serão queimadas.

Um mundo cheio de impiedade
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06 junho 2010

A Pena dos sentidos no Inferno


"Quantum glorificavit se et in deliciis fuit, tantum date illi tormentum et luctum" - "Quanto se glorificou e esteve em delícias, tanto lhe dai de tormento e pranto" (Apoc. 18, 7).

Sumário: É com razão que o inferno é chamado um lugar de tormentos, porque ali todos os sentidos e todas as faculdades do condenado terão o seu tormento próprio; e quanto mais tiver ofendido a Deus com algum dos sentidos, tanto mais terá de sofrer nesse sentido. Meu irmão, vê se a vida que levas te inspira confiança de não caberes naquele abismo. Quantos cristãos meditaram no inferno como tu, mas, porque não quiseram romper com o pecado e abusaram da divina misericórdia, estão agora queimando ali para sempre!

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07 maio 2010

O anjo de Fátima

Em Fátima, o anjo disse aos 3 pastorinhos:

...Que fazeis? Orai! Orai muito! Os Corações de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios. – Como nos havemos de sacrificar? – perguntei. – De tudo que puderdes, oferecei um sacrifício em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre a vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai com submissão o sofrimento que o Senhor vos enviar.
Parece bem interessante! Poderíamos com certeza atrair a paz... mas muito católicos hoje em dia não fazem sacrifícios. Esta prática tão devota, principalmente durante a quaresma, esta sumindo. Eu ouvi alguém dizer:
- Por que eu iria me abster de comer doces se eu preciso  é trabalhar a minha paciência? - Claro que ser paciente é mais importante do que comer doces...mas, se esta pessoa falasse ao Senhor: - Estou fazendo o sacrifício de não comer doces pela intenção de ser paciente - ...Este ato de mortificação combinada com a oração tem muita força. Mortificar a carne treina a alma e também é uma forma de mantermos diariamente em mente à pratica de virtudes. 

No dia 13 de julho de 1917, os pastorinhos, em Fátima ouviram o anjo dizendo: Penitência, Penitência, Penitência!
"Então vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fogo na mão esquerda; ao cintilar, soltava chamas que pareciam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro. O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte dizia: "Penitência, Penitência, Penitência!" E vimos n'uma luz imensa que é Deus..."
A mensagem é que Deus terá compaixão através da intercessão de Nossa Senhora. Mas, de nós, Ele pede penitência. Muitas pessoas hoje em dia acham que penitência é coisa do passado e como resultado, não acreditam nas consequencias de uma vida sem penitência. Irmã Lucia relata a visão do inferno que foi mostrada aos 3 pastorinho:
"Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos... O reflexo de luz que delas expediam pareceu penetrar a terra e mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que d'elas mesmas saíam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das fagulhas em os grandes incêndios sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dôr e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe do Céu que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição), se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor..."
Não podemos nos esquecer da misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo. Todos os nossos pecados, por mais terríveis que sejam, não são nada comparados à Sua misericórdia. Devemos sempre procurar a misericórdia divina e nunca perder a esperança. Mas, uma vida sem arrependimento e penitência terá consequências.
Durante uma das aparições, Irmã Lucia perguntou a Nossa Senhora sobre 2 adolescentes que moravam na Vila e que tinham morrido. Nossa Senhora respondeu que uma das garotas estava no Céu e que a outra estava no purgatótio, onde iria permancer até o final dos tempos.  Pense por um momento...temos uma garota que viveu em uma pequena vila no começo do ano de 1900...o que ela poderia ter feito para ficar no purgatório até o final dos tempos? Temos que pensar com sensatez. E quanto a nós que vivemos em um tempo e sociedade que aceita e até briga por uma maneira de viver que era totalmente inimaginável naquela época. Semelhantemente, o tio do Beato Francisco Marto nos conta que NS de Fátima disse ao pequeno garoto que ele somente iria para o Céu se rezasse muitos terços. O seu tio disse: se este garotinho precisa rezar muito para atingir o Céu o que acontecerá conosco?

Lembrem-se, orações e penitências podem mudar tudo isso, não só para nós mas também para muitos outros. Vamos começar a fazer uns sacrifícios extras...não importa quão pequeno seja e oferecer pela conversão dos pecadores e por nosso País.
Orações e penitências são os instrumentos mais eficazes para salvação da nossa alma e das outras também...

Pro dolorosa Eius passione, miserere nobis et totius mundi.



Para ler sobre a história de Fátima clique aqui:   Aparições de Fátima
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