Mostrando postagens com marcador quaresma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador quaresma. Mostrar todas as postagens

20 fevereiro 2013

Via Matris para colorir



A qualidade não é muito boa mas é a melhor página para colorir das Sete dores de Nossa Senhora que achei.
Continuo procurando, e se você recebeu o dom de desenhar por favor nos ajude a encontrar uma Via Matris melhor para as crianças;)
Leia mais ...

15 fevereiro 2013

Via Crucis 3D para as crianças

 
Este é um site em Espanhol, mas essas Via Crucis são tão simples que só com a foto você consegue fazer.
 
No site você encontrará as estações para imprimir colorido ou para colorir. No mais, você precisará de palitos de sorvete, fita roxa e massinha para segurar a cruz.
 
 
 
 
 
 
Aqui coloco uma receita de massinha caseira que eu uso para fazer a coroa de espinhos.
 
Receita de massinha caseira
 
1 copo de farinha de trigo;
1/4 de copo de sal;
1/4 de copo de água.
 
Misture e molde o que quiser. Pode-se colorir aos poucos ou a massa inteira com colorante comestível.
 
 
 
 
 
Leia mais ...

13 fevereiro 2013

Piedade Popular durante a Quaresma

 
 
 
 
 
A veneração do Cristo crucificado

127. O caminho quaresmal termina com o início do Tríduo Pascal, isto é, com a celebração da Missa In Cena Domini. No Tríduo pascal a Sexta-feira Santa, dedicada a celebrar a Paixão do Senhor, é o dia por excelência da "Adoração da santa Cruz".

Contudo, a piedade popular gosta de antecipar a veneração cultual da Cruz. De fato, durante todo o período da Quaresma, na sexta-feira que, por antiquíssima tradição cristã, é o dia em que se comemora a Paixão de Cristo, os fiéis orientam espontaneamente a sua piedade para o mistério da Cruz.

Contemplando o Salvador crucificado, eles entendem mais facilmente o significado da dor imensa e injusta que Jesus, o Santo e o Inocente, sofreu pela salvação do homem, e compreendem também o valor do seu amor solidário e a eficácia do seu sacrifício redentor.

128. As expressões de devoção a Cristo crucificado, muitas e variadas, adquirem especial relevo nas igrejas dedicadas ao mistério da Cruz ou nas quais são veneradas relíquias consideradas autênticas do lignum Crucis. De fato, a "descoberta da Cruz", que segundo a tradição se deu na primeira metade do século IV, com a subsequente difusão no mundo todo de veneradíssimas partículas, determinou um notável incremento do culto à Cruz.

Nas manifestações de devoção a Cristo crucificado, os elementos comuns da piedade popular como cânticos e orações, gestos como a exposição, o beijo, a procissão e a bênção com a cruz, entrelaçam-se de modo variado, dando lugar a práticas de piedade, às vezes preciosas por seu valor conteudístico e formal.
 
Entretanto, a piedade para com a Cruz tem muitas vezes necessidade de ser iluminada. Isto é, deve-se mostrar aos fiéis a essencial referência da Cruz ao evento da Ressurreição: a Cruz e o túmulo vazio, a Morte e a Ressurreição de Cristo são inseparáveis na narrativa evangélica e no projeto salvífico de Deus. Na fé cristã, a Cruz é expressão do triunfo sobre o poder das trevas e, por isso, é apresentada enriquecida com pedras preciosas e se tornou sinal de bênção seja quando é traçada sobre si próprio ou sobre outras pessoas e objetos.

129. O texto evangélico, singularmente detalhado na narrativa dos vários episódios da Paixão, e a tendência à especificação e à diferenciação própria da piedade popular fizeram com que os fiéis voltassem sua atenção também para aspectos particulares da Paixão de Cristo e, em seguida, fizessem deles objeto de devoções particulares: ao Ecce Homo, Cristo zombado, "com a coroa de espinhos e o manto de púrpura" (Jo 19, 5), que Pilatos mostra ao povo; às sagradas chagas do Senhor, sobretudo a ferida do lado e o sangue vivificador que daí jorrou (cf. Jo 19, 34); aos instrumentos da Paixão, tais como a coluna da flagelação, a escada do pretório, a coroa de espinhos, os cravos, a lança que o traspassou; ao santo sudário ou lençol da deposição.

Essas expressões de piedade, promovidas em algunas casos por pessoas eminentes em santidade, são legítimas. Entretanto, para evitar um fracionamento excessivo na contemplação do mistério da Cruz, é conveniente que se acentue o conjunto todo da Paixão, segundo a tradição bíblica e patrística.

A leitura da Paixão do Senhor

130. A Igreja exorta os fiéis à leitura frequente, individual e comunitária, da Palavra de Deus. Ora, não há dúvida de que entre as páginas bíblicas a narrativa da Paixão do Senhor tem um especial valor pastoral e, por isso, por exemplo, o Ritual da unção dos enfermos e sua assistência pastoral sugere que se leia, na hora da agonia do cristão, a narrativa da Paixão do Senhor, por inteiro ou algumas perícopes dela.
No tempo da Quaresma, o amor para com Cristo crucificado deverá levar as comunidades cristãs a preferir, sobretudo na quarta e na sexta-feira, a leitura da Paixão do Senhor.

Essa leitura, de grande significado doutrinal, chama a atenção dos fiéis seja por causa do conteúdo, seja por causa da forma narrativa, e provoca neles sentimentos de genuína piedade: arrependimento das culpas cometidas, pois os fiéis percebem que a Morte de Cristo aconteceu para a remissão dos pecados de todo o gênero humano e, portanto, também dos próprios; compaixão e solidariedade para com o Inocente injustamente perseguido; gratidão pelo amor infinito que Jesus demonstrou na sua Paixão para com todos os homens; empenho em seguir os exemplos de mansidão, paciência, misericórdia, perdão das ofensas, abandono confiante nas mãos do Pai, que Jesus deu com grande abundância e eficácia na sua Paixão.

Fora da celebração litúrgica, a leitura da Paixão poderá ser oportunamente "encenada", confiando aos vários leitores os textos correspondentes aos diferentes personagens; como também poderá ser intercalada por cânticos e momentos de silêncio meditativo.
 
 
Fonte: Cozinha e Biblioteca - se ainda não conhece este blog não deixe de fazer uma visita!
 
 
 
 
 
Leia mais ...

28 março 2012

Atividade infantil para Santa Ceia



Material necessário-

- caixa de ovos;
- figuras para colorir;
- tinta ou lápis de cor;
- cola

Primeiro imprima as figuras de Jesus, dos Apóstolos e a mesa encontradas no final desta página e pinte com o material que preferir.
Corte e monte a caixa de ovos de acordo com as fotos abaixo.


Cole as figuras na caixa de ovo de acordo com esta foto.


Aqui você encontra as figuras para colorir:

AQUI 1 Jesus, João, Tiago, Tiago, Felipe, Judas, Pedro, André

AQUI 2 Bartolomeu, Mateus, Judas, Tómas e Simão

AQUI 3 Toalha de mesa





Fonte: Catholic Icing
Leia mais ...

20 abril 2011

Paschal Triduum


140. Todos os anos, a Igreja celebra o grande mistério da redenção da humanidade no "mais sagrado Tríduo Pascal da crucificação, sepultamento e ressurreição" (143). O Tríduo Sagrado se estende desde a Missa da Ceia do Senhor às Vésperas do Domingo de Páscoa e celebra-se "em comunhão íntima com Cristo, seu Esposo" (144).

Quinta-feira Santa
Visitando o Altar de Repouso
141. A piedade popular é particularmente sensível à adoração do Santíssimo Sacramento, na sequência da Missa da Ceia do Senhor (145). Devido a um longo processo histórico, cujas origens não são totalmente claras, o local de repouso tem sido tradicionalmente referido como "um santo sepulcro". Os fiéis vão até lá para venerar Jesus, que foi colocado em um sepulcro seguindo a crucificação e no qual ele permaneceu por cerca de quarenta horas.

É preciso instruir os fiéis sobre o sentido da reposição: é a conservação solene e austera do Corpo de Cristo para a comunidade de fiéis que toma parte na liturgia da Sexta-Feira Santa e para o viático do enfermo (146) . É um convite à adoração silenciosa e prolongada do admirável sacramento instituído por Jesus neste dia.

Em referência ao altar de repouso, portanto, o termo "sepulcro" deve ser evitado e sua decoração não deve ter nenhuma sugestão de um túmulo. O tabernáculo sobre este altar não deve ser na forma de um túmulo ou urna funerária. O Santíssimo Sacramento deve ser conservado num tabernáculo fechado e não deve ser exposto em um ostensório (147).

Depois da meia-noite da Quinta-Feira Santa, a adoração deve concluir sem solenidade, já que o dia da Paixão do Senhor já começou (148).

Sexta-feira Santa
Procissão Sexta-feira Santa
142. A Igreja celebra a morte redentora de Cristo na Sexta-Feira Santa. A Igreja medita na Paixão do Senhor na ação litúrgica na tarde da Sexta-feira, na qual ela reza pela salvação, adora a Cruz e comemora a sua própria origem, na ferida sagrada no lado de Cristo (cf. Jo 19, 34) (149) .

Além das várias formas de piedade popular na Sexta-feira, como a Via Crucis, a Procissão da Paixão é sem dúvida a mais importante. Este corresponde à um  pequeno cortejo de amigos e discípulos que, depois de ter tirado o corpo de Jesus da Cruz, levou-o para o lugar onde "havia um túmulo escavado na rocha, onde ninguém tinha ainda sido sepultado "(Lc 23, 53).

A procissão do "Cristo morto" é geralmente realizada em austero silêncio, em oração e com a participação de muitos fiéis, que sabem muito sobre o significado do enterro do Senhor.

143. É necessário, no entanto, para garantir que tais manifestações de piedade popular, seja pelo tempo ou pela maneira pela qual os fiéis são convocados, não se tornem um substituto à celebração litúrgica da Sexta-Feira.

No planejamento pastoral da Sexta-feira santa, uma atenção primária e com máxima importância deve ser dado à ação solene litúrgica e os fiéis devem ser levados a compreender que nenhum outro exercício pode objectivamente substituir esta celebração litúrgica.

Finalmente, a integração da procissão do "Cristo Morto" com a ação litúrgica solene da Sexta-feira santa deve ser evitado pois tal integração constituiria em uma mista celebração distorcida.

Representação da Paixão
144. Em muitos países, a execução da Paixão acontece durante a Semana Santa, especialmente na Sexta-Feira Santa. Estes são muitas vezes "representações sagradas", que pode ser justo considerado como exercícios piedosos. Na verdade, tais representações sagradas têm a sua origem na Sagrada Liturgia. Algumas destas execuções começaram nos coro dos monges ...e foram tomadas por uma dramatização progressiva que os levaram para fora da igreja.

Em alguns lugares, a responsabilidade pela representação da Paixão do Senhor foi entregue as Confrarias, cujos membros têm assumido responsabilidades específicas de viver a vida cristã. Em tais representações, atores e expectadores são envolvidos em um movimento de fé e de piedade genuína. É particularmente importante assegurar que as representações da Paixão do Senhor não se afastem desta linha pura de piedade sincera e gratuita e assumam características das produções populares que não são manifestações de piedade e sim de atrações turísticas.

Em relação às sagradas "representações" é importante instruir os fiéis sobre a diferença entre uma "representação" que é comemorativa e as ações litúrgicas que são reminiscência ou a presença misteriosa do evento redentor da Paixão.

Práticas penitenciais levando a auto-crucificação com pregos não devem ser encorajadas.


Nossa Senhora das Dores
145. Devido à sua importância doutrinal e pastoral é recomendado que "o memorial de Nossa Senhora das Dores" (150) deva ser recordado. A religiosidade popular, na sequência da narração evangélica, salienta a associação de Maria com a paixão salvadora do seu Filho (cf. João 19, 25-27; Lc 2, 34f) e tem dado origem a muitos exercícios piedosos incluindo:

- o Mariae Planctus: uma expressão de dor intensa, geralmente acompanhada de obras literárias e musicais de grande qualidade em que Nossa Senhora chora, não só pela morte de seu Filho, o Inocente, Santo, e o Bom mas também pelo os erros de seu povo e os pecados da humanidade;

- o Ora Della Desolata: em que os fiéis devotos mantêm a vigília com a Mãe de Nosso Senhor no seu abandono e tristeza profunda após a morte do seu único Filho e que os mesmos contemplam a Nossa Senhora recebendo o corpo de Cristo (Pietà) percebendo que a tristeza do mundo pela morte do Senhor encontra a sua expressão em Maria. Nela os fiéis vêem a personificação de todas as mães ao longo dos tempos que tem sofrido com a perda de um filho. Este exercício piedoso que em algumas partes da América Latina é chamado El Pésame não se deve limitar apenas à expressão de emoção antes de uma mãe sofredora. Pelo contrário, com a fé na ressurreição, deve ajudar a compreender a grandeza do amor redentor de Cristo e da participação de Sua mãe no mesmo.

Sábado Santo
146. "No Sábado Santo a Igreja faz uma pausa no túmulo do Senhor meditando na sua paixão e morte, sua descida ao inferno e com oração e jejum aguarda sua ressurreição" (151).

A piedade popular não deve ser impermeável ao caráter peculiar do Sábado Santo. Os costumes festivos e práticas relacionadas com este dia em que a celebração da ressurreição do Senhor já foi antecipado deve ser reservado para a vigília e para o Domingo de Páscoa.

O "Ora della Madre"
147. Segundo a tradição, todo o corpo da Igreja é representada em Maria: ela é a "Universa Collectio credentium" (152). Assim, a Bem-Aventurada Virgem Maria, como ela espera perto do túmulo do Senhor, como é representado na tradição cristã, é um ícone da Igreja Virgem de vigília junto ao túmulo de seu esposo, enquanto se aguarda a celebração da sua ressurreição.

O exercício piedoso da di Ora Maria é inspirada por esta intuição da relação entre a Virgem Maria e da Igreja: enquanto o corpo de seu Filho, estabelece no túmulo e sua alma desceu aos mortos para anunciar a liberação da sombra da escuridão de seus antepassados, a Bem-Aventurada Virgem Maria, antecipação e representando a Igreja, aguarda, na fé, o triunfo vitorioso do seu Filho sobre a morte.

Fonte: Diretório sobre piedade popular - Vaticano
Leia mais ...

17 abril 2011

Domingo de Ramos


Começa a Semana Santa e tradicionalmente hoje é o dia em que muitas famílias cobrem as imagens com um pano roxo retirando somente na vigília Pascal.
Aqui você pode imprimir uma página para colorir da Entrada triunfal de Jesus
Leia mais ...

16 abril 2011

A semana Santa



...138. "Na Semana Santa a Igreja celebra os mistérios da salvação realizada por Cristo nos últimos dias de sua vida terrena, a começar pela sua entrada messiânica em Jerusalém" (141).

As pessoas notavelmente se envolvem nos ritos da Semana Santa....No entanto, no decurso dos tempos, uma forma de paralelismo celebrativo surgiu nos ritos da Semana Santa o que resultou em dois ciclos cada um com sua característica específica: um é estritamente litúrgico e o outro é marcado por exercícios particulares de piedade, especialmente as procissões.

Esta divergência deve ser orientada para uma correta harmonização das celebrações litúrgicas e exercícios piedosos. De fato, a atenção e o interesse nas manifestações de piedade popular, tradicionalmente observado entre as pessoas, deve conduzir a uma apreciação correta das ações litúrgicas e que são apoiados pela piedade popular.

Domingo de Ramos

Palmas, ramos de oliveira e outras folhas.

139. Semana Santa começa com o Domingo de Ramos ou o "Domingo da Paixão", que une o esplendor real de Cristo com a proclamação da Paixão "(142).

A procissão, que comemora a entrada messiânica de Cristo em Jerusalém, é alegre e popular em seu caráter. Os fiéis costumam manter as palmas ou ramos de oliveira ou outras folhas que foram abençoadas no Domingo de Ramos em suas casas ou em seus locais de trabalho.

Os fiéis, no entanto, devem ser instruídos sobre o significado desta celebração para que eles possam compreender o seu significado. Eles devem ser oportunamente lembrados que o importante é a participação na procissão e não apenas a obtenção de palmas ou de ramos de oliveira. Palmas ou ramos de oliveira não deve ser mantido como amuletos, ou para razões terapêuticas ou mágicas para afastar os maus espíritos ou para impedir danos causados pelos mesmos nos campos ou nas casas, no qual podemos assumir tipos de  superstições disfarçadas.

As palmas e ramos de oliveira são mantidos em casa como um testemunho de fé em Jesus Cristo, rei messiânico, e na sua vitória pascal.

Leia mais ...

27 março 2011

Via Matris


136. Como Cristo e Nossa Senhora das Dores foram associados no plano salvífico de Deus (Lc 2, 34-35), também foram associados na liturgia e piedade popular.

Assim como Cristo foi o "homem das dores" (Is 53, 3) pelo qual obedeceu à Deus para "reconciliar todas as coisas por meio d'Ele e para Ele, no céu e tudo na terra, tendo feito a paz com a sua morte na cruz "(Col 1, 20), assim também, Maria é " a mulher das dores " à quem Deus associou à seu Filho, como mãe e participante de Sua Paixão (socia passionis).

Desde a infância de Cristo, a vida da Virgem Maria foi inteiramente vivida sob o sinal da espada (cf. Lc 2, 35). A piedade cristã tem apontado sete incidentes particulares de tristeza em sua vida, conhecido como as "sete dores" da Virgem Maria.

Modelada sobre a Via Crucis, o piedoso exercício da Via Matris dolorosae, ou simplesmente a Via Matris foi desenvolvido e posteriormente aprovado pela Sé Apostólica (140). Este exercício piedoso já existia de forma embrionária, desde o século XVI, enquanto a sua forma atual vem do século XIX. O propósito fundamental é uma reflexão sobre a vida de Nossa Senhora da profecia de Simeão (cf. Lc 2, 34-35) até a morte e sepultamento de seu Filho, expressão de uma caminhada de fé e tristeza: este percurso é realizado em sete "estações" correspondente as "Sete Dores" da Mãe de Nosso Salvador.

137. Este exercício piedoso harmoniza bem com certos temas que são próprias do tempo quaresmal. Já que as dores de Nossa Senhora são causadas pela rejeição de seu Filho (cf. Jo 1,11; Lc 2, 1-7, 2, 34-35; 4, 28-29; Mt 26, 47-56; Atos 12 , 05/01), a Via Matris constantemente e necessariamente se refere ao mistério de Cristo como servo sofredor (cf. Is 52, 13-53, 12). Também se refere ao mistério da Igreja: as estações da Via Matris são etapas no caminho de fé e tristeza em que a Virgem Maria precedeu a Igreja e em que a Igreja caminha até o fim dos tempos.

A maior expressão da Via Matris é a Pietà, que tem sido uma fonte inesgotável de inspiração para a arte cristã desde a Idade Média.
 
 





Leia mais ...

23 março 2011

Via Crucis


                                                                       Via Crucis

131. De todos os exercícios piedosos ligado com a veneração da cruz, nenhum é mais popular entre os fiéis do que a Via Crucis. Através deste exercício de piedade, os fiéis comoventes acompanham a viagem final terrena de Cristo: a partir do Monte das Oliveiras, onde o Senhor ", em uma pequena propriedade chamada Getsêmani" (Mc 14, 32), foi tomado pela angústia (cf. Lc 22 , 44), ao Calvário onde Jesus foi crucificado entre dois ladrões (cf. Lc 23, 33), ao jardim onde ele foi colocado na tumba recém-cortada (João 19, 40-42).

O amor dos fiéis por esta devoção é amplamente atestado pelas inúmeras Via Crucis erguida em tantas igrejas, santuários, mosteiros, no campo, e sobre os caminhos de montanha, onde as várias estações são muito evocativas.

132. A Via Sacra é uma síntese das várias devoções que têm surgido desde a alta Idade Média: a peregrinação à Terra Santa durante o qual o fiél devotamente visita os lugares associados a Paixão do Senhor; devoção a três quedas de Cristo sob o peso da Cruz, a devoção a "jornada dolorosa de Cristo" que consiste na peregrinação de uma igreja para outra em memória da Paixão de Cristo, a devoção às estações de Cristo, aqueles lugares onde Cristo parou em seu caminho no Calvário, obrigado a fazê-lo por sua executores ou esgotados pelo cansaço, ou movido de compaixão para dialogar com aqueles que estavam presentes na sua Paixão.

Na sua forma atual, a Via Crucis, amplamente promovidas por São Leonardo da Porto Maurizio (1751), foi aprovado pela Sé Apostólica e indulgenciada (137), e é composto de quatorze estações desde meados do século XVII.

133. A Via Sacra é uma viagem feita no Espírito Santo, o fogo divino que ardia no coração de Jesus (cf. Lc 12, 49-50) e levou-o para o Calvário. Esta é uma viagem muito estimado pela Igreja, uma vez que mantém a memória viva dos gestos e palavras dos últimos dias na terra do seu Esposo e Senhor.

Na Via Crucis, várias vertentes na piedade cristã unem-se: a idéia da vida ser uma viagem ou peregrinação, como uma passagem do exílio terreno ao nosso verdadeiro lar no céu, o desejo profundo de sermos conformes à Paixão de Cristo, as demandas de seguir a Cristo, o que implica que os seus discípulos devem seguir o Mestre todos os dias carregando suas próprias cruzes (cf. Lc 9, 23).

A Via Sacra é um exercício piedoso particularmente apto para a Quaresma.

134. As seguintes sugestões podem revelar-se útil para uma frutuosa celebração da Via Crucis:
- a forma tradicional da Via Crucis com suas quatorze estações deve ser mantido como forma típica deste exercício de piedade, de vez em quando, porém, se a ocasião exigir, uma ou outra das estações tradicionais eventualmente podem ser substituída por uma reflexão sobre algum outro aspecto da narração evangélica da viagem para o Calvário que são tradicionalmente incluídos nas Estações da Cruz;

- formas alternativas da Via-Sacra foram aprovados pela Sé Apostólica (138) ou usada publicamente pelo Romano Pontífice (139): estas podem ser considerados como formas genuínas da devoção e podem ser usados ​​conforme a ocasião poderia justificar;

- a Via Sacra é uma devoção piedosa relacionados com a Paixão de Cristo, que deve concluir, entretanto, de tal forma a deixar os fiéis com um sentimento de expectativa da ressurreição na fé e na esperança, seguindo o exemplo da Via Sacra em Jerusalém que termina com a estação no Anastasis, a festa pode terminar com uma comemoração da ressurreição do Senhor.

135. Há inúmeros textos existentes para a celebração da Via Crucis. Muitos deles foram compilados por pastores que estavam sinceramente interessados ​​neste exercício piedoso e convencidos de sua eficácia espiritual. Os textos também foram fornecidos por leigos autores que eram conhecidos por sua piedade exemplar, santidade de vida, a doutrina e as qualidades literárias.

Tenha em mente que as instruções devem ter sido estabelecido pelos bispos em questão, a escolha de textos para a Via Crucis deverá ter em consideração a condição das pessoas que participam na celebração e o sábio princípio de integração pastoral de renovação e continuidade. É sempre preferível escolher os textos ressonante com a narrativa bíblica e escrito num estilo claro e simples.

A Via Crucis em que os hinos, o silêncio, procissão e reflexiva pausas são sabiamente integrados de forma equilibrada, contribuem significativamente para a obtenção dos frutos espirituais do piedoso exercício.

Fonte: Vaticano


Leia mais ...

16 março 2011

Via- sacra para as crianças




I estação - Jesus é condenado à morte


II estação - Jesus carrega a cruz



III estação - Jesus cai pela primeira vez



IV estação - Jesus encontra sua mãe Maria



V estação - Jesus recebe ajuda de Simão



VI estação - Verônica limpa a face de Jesus



VII estação - Jesus cai pela segunda vez



VIII estação - Jesus fala às mulheres de Jerusalém



IX estação - Jesus cai pela terceira vez



X estação - Jesus é despojado de suas vestes



XI estação - Jesus é pregadona cruz



XII estação - Jesus morre na cruz



XIII estação - Jesus é retirado da cruz



XIV estação - Jesus é sepultado


* imprima e coloque pela casa se a criança não for grande o suficiente para rezar explique sobre as figuras. Pode se usar a Bíblia como auxílio.










Leia mais ...

09 março 2011

A Quaresma


...124. Quaresma antecede e nos prepara para a Páscoa. É um tempo para ouvir a Palavra de Deus,  converter-se, preparar-se e lembrar-se do Batismo, de se reconciliar com Deus e o nosso próximo e de  recorrer com mais frequencia às "armas da penitência cristã" (134): a oração, o jejum e as boas obras (cf. Mt 6, 1-6. 16-18).

Na piedade popular não é fácil perceber o aspecto místico da Quaresma e não destaca nenhum dos seus grandes temas ou valores como a relação entre o "sacramento de quarenta dias "e "os sacramentos da iniciação cristã ", nem o mistério do "êxodo" que está sempre presente na caminhada quaresmal. A piedade popular se concentra sobre os mistérios da humanidade de Cristo e durante a Quaresma os fiéis chamam mais atenção à Paixão e Morte de Nosso Senhor.

125. No rito romano, o começo dos quarenta dias de penitência é marcado com o símbolo austero de cinzas que são usados ​​na liturgia da Quarta Feira de Cinzas. A utilização das cinzas é uma sobrevivência de um rito antigo, segundo o qual os pecadores convertidos submetem-se à penitência canônica. O ato de colocar as cinzas simboliza a fragilidade, e mortalidade e a necessidade de sermos resgatados pela misericórdia de Deus. Longe de ser um ato meramente externo, a Igreja tem mantido o uso das cinzas para simbolizar que todos os batizados são chamados à atitude de penitência interna durante a Quaresma. Os fiéis que recebem as cinzas devem ser ajudados a perceber o significado implícito interna deste ato, o que predispõe para a conversão e compromisso renovado da Páscoa.

Não obstante a secularização da sociedade contemporânea, os fiéis cristãos, durante a Quaresma, devem estare claramente consciente da necessidade de transformar a mente em direção aquelas realidades que realmente contam e que exigem empenho e integridade do Evangelho diariamente, através de auto-negação das coisas que são supérfluas e que são traduzidas em boas obras e solidariedade com os pobres e necessitados.

Os fiéis que raramente freqüentam os sacramentos da Penitência e da Eucaristia deve estar ciente da longa tradição eclesial associando o preceito de confessar os pecados graves e receber a Sagrada Comunhão, pelo menos uma vez durante o tempo da Quaresma, ou, de preferência durante a Páscoa (135).

126. A divergência existente entre a idéia litúrgica da Quaresma e as perspectivas da devoção popular não pode evitar uma interação efetiva entre liturgia e a piedade popular durante os quarenta dias da Quaresma.

Um exemplo dessa interação pode ser visto no fato de que a piedade popular muitas vezes incentiva observâncias particulares em determinados dias, ou  exercícios devocionais, ou obras de apostolado ou de caridade que são previstos e recomendados pela liturgia quaresmal. A prática do jejum, característico da Quaresma desde a antiguidade, é um "exercício" que liberta os fiéis das preocupações terrenas de modo a descobrir que a vida vem de cima: "O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra que sai da boca de Deus "(cf. Dt 8,3; Mt 4, 4; Lc 4,4; antífona para o primeiro Domingo da Quaresma)....

Leia mais ...

Atividades durante a quaresma para crianças





Este é um calendário para ser usado com crianças durante a quaresma. Esta em Inglês mas é muito fácil de traduzir.

40 dias de Quaresma - Tempo de (intensificar) Oração, Jejum e atenção aos necessitados.

Dia 1 - Quarta-feira de cinzas;
- Primeiro Domingo de Quaresma;
- Segundo Domindo de Quaresma;
- Terceiro Domingo de  Quaresma;
- Quarto Domingo de Quaresma;
- Quinto Domingo da Quaresma;
- Domingo de Ramos - Semana Santa.
- Domingo de Páscoa!!  Aleluia!!


Coroa de  espinhos

Faça uma massa e molde como uma trança, coloque palitos de dentes em volta e a cada sacrifício ou oração extra ou ajuda aos pobres realizado retire um palito da coroa. 

 
Receita de massinha caseira:
1 copo de farinha de trigo;
1/4 de um copo de sal;
1/4 de um copo de água.
Misture tudo e molde a coroa.
 
 
 
Ou compre uma coroa pronta e coloque os palitos...





Via-sacra para colorir







 
Leia mais ...
Pin It button on image hover