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18 setembro 2010

A verdade sobre a anticoncepção

Doutrina da Igreja Católica

1. Para que serve a união sexual?
Para exprimir o amor entre os cônjuges e para transmitir a vida humana.

2. Toda relação sexual tem que gerar filhos?
Não necessariamente. Mas ela deve estar sempre aberta à procriação. Senão ela deixa de ser um ato de amor para ser um ato de egoísmo a dois.

3. Uma mulher depois da menopausa não pode mais ter filhos. Ela pode continuar a ter relações sexuais com seu marido?
Pode. Pois não foi ela quem pôs obstáculos à procriação. Foi a própria natureza que a tornou infecunda.

4. Um homem que tenha o sêmen estéril não pode ter filhos. Mesmo assim ele pode ter relação sexual com sua esposa?
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08 julho 2010

Itinerários Formativos no Seio da Família

48. O ambiente da família é, portanto, o lugar normal e ordinário da formação das crianças e dos jovens para a consolidação e o exercício das virtudes da caridade, da temperança, da fortaleza e, portanto, da castidade. Como igreja doméstica, a família é uma escola de enriquecimento humano. Isto vale particularmente para a educação moral e espiritual, sobretudo sobre um ponto tão delicado como a castidade: nela, com efeito, se entrelaçam aspectos físicos, psíquicos e espirituais, acenos de liberdade e influxo dos modelos sociais, pudor natural e tendências fortes ingénitas no corpo humano; fatores que, todos eles, se encontram juntos com a consciência, mesmo que seja implícita, da dignidade da pessoa humana, chamada a colaborar com Deus e ao mesmo tempo marcada pela fragilidade. Numa casa cristã os pais têm força para orientar os filhos para um verdadeiro amadurecimento cristão da sua personalidade, segundo a estatura de Cristo, no interior do seu Corpo místico que é a Igreja.
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09 junho 2010

Beata Ana Maria Taigi


Modelo e Padroeira da família, da esposa, da mãe e mística



A Beata Anna Maria Taigi nasceu em Siena em 29 de maio de 1769 e foi batizada no dia seguinte. Devido a dificuldades financeiras, seus pais, Mary e Louis Giannetti Masi, mudaram-se para Roma, quando Anna Maria tinha seis anos.

Na Cidade Eterna, Anna Maria freqüentou uma escola conduzida pelas Irmãs Filippini por dois anos. Após seus estudos, trabalhou em várias ocupações, até mesmo de empregada doméstica para levar assistência financeira ao seus pais.

Quando ainda jovem, casou-se com Dominico Taigi, um homem piedoso, jovem, mas de caráter difícil e bastante grosseiro. Anna Maria desconsiderou esses defeitos, estava mais preocupado com as virtudes.
Nos quarenta e nove anos de  vida de casados, ela se comportou com grande afabilidade e delicadeza, encontrando ampla oportunidade de exercer continuamente as virtudes da paciência e da caridade.

O casamento deles foi caracterizado pelos maiores princípios cristãos. Compreendendo os profundos valores sociais e morais de um casamento cristão e considerando, sobretudo, como uma das maiores missões vindas do Céu. A Beata Anna Maria  transformou sua casa em um verdadeiro santuário no qual Deus tinha o primeiro lugar. Dócil ao marido em todos os sentidos, ela evitava qualquer coisa que poderia irritá-lo e assim perturbar a paz da família. Séria e trabalhadora, sempre se preocupando se algo estava faltando para a sua família e, na medida em que sua situação permitisse, pois eles eram bem pobres, ela era generosa com os outros necessitados.

Ela teve sete filhos, três dos quais morreram na infância. Dois meninos e duas meninas chegaram à maturidade, e ela deu-lhes a educação mais completa e precisa, tanto religiosa quanto secular.

Tendo procurado corresponder à graça de sua infância, passou a viver uma vida espiritual intensa. Ela tinha um único desejo: amar à Deus e serví-Lo em tudo, e só tinha uma preocupação: evitar qualquer sombra de imperfeição voluntária, por menor que fosse. Era muito dedicada à Eucaristia,  Santíssima Trindade, devota ao Menino Jesus, à Sagrada Paixão de Nosso Senhor e uma terna devoção à Nossa Senhora.

Anna Maria Taigi foi uma das grandes místicas do século passado. No entanto, ela conseguiu sua santificação, vivendo a vida normal de esposa e mãe, no espírito da missão cristã e cumprimento da vontade de Deus. Sua presença diária na Missa, sua entrega total a Deus, a sua disponibilidade para ajudar aqueles que precisam, e sendo um membro ativo da Ordem Terceira da Santíssima Trindade foram, ao mesmo tempo, as fontes e os frutos da sua intensa vida espiritual.

Ela tinha uma amiga muito próxima, a Beata Elizabeth Canori-Mora, que também era  esposa e mãe. Elas ajudaram-se e apoiaram-se mutuamente em seus casamentos, dificuldades e cresceram juntas em santidade na vocação de casados.

A Beata Anna Maria entrou na Ordem Terceira da Santíssima Trindade em 26 de dezembro de 1808. Deus deu à ela muitos dons sobrenaturais. O mais inusitado deles era a aparição de um globo luminoso, como um sol em miniatura, que brilhava diante de seus olhos e em que, por quarenta e sete anos, ela podia ver o presente e o futuro  em todo o mundo, bem como o estado de graça dos indivíduos, vivos ou mortos.

Anna Maria Taigi morreu no dia 09 junho de 1837. Em exemplo, como uma dona de casa e mãe, pode tornar-se santa e afetar positivamente a sociedade e as vidas daqueles que entraram em contato com ela. 
A Igreja Beatificou-a em 1920 e seus restos mortais encontram-se na Capela de Nossa Senhora na Basílica de San Crisogono em Roma, Itália. Os Trinitários estão promovendo ativamente a causa da sua canonização.

O seu corpo esta incorrupto na Basílica de San Grisogono 


Beata Anna Maria Taigi, Ora pro nobis
09 de Junho é o dia de sua festa.

**Oração à Beata Ana Maria Taigi

*Fonte: Taigivision.com - site oficial sobre a Beata Anna Maria Taigi

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Infelizmente a Beata Anna Maria não é muito conhecida. A nossa igreja doméstica porém possui uma devoção mais do que especial por Anna devido ao seu exemplo de vida as famílias católicas.
Resolvi começar a nossa tradição e a única coisa que veio à minha cabeça foi algo que lembrasse o "sol", ou seja, o globo que brilhava como o sol no qual a Beata tinha o dom de ver o passado, presente e futuro.

Frango ao creme de milho

    
Ingredientes:
Para o frango:

1 peito de frango cozido e desfiado
Azeite para
1/2 cebola picada
2 dentes de alho amassados
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1/2 pote de requeijão

Para o creme:
1 lata de milho verde escorrida
1 lata de leite (usar a lata de milho como medida)
1 colher de sopa de amido de milho
1 tablete de caldo de galinha
2 dentes de alho amassados
1/2 cebola picada
Azeite para refogar
Queijo ralado para polvilhar

Modo de Preparo
Frango:
1.Em uma panela refogue no azeite a cebola e o alho;
2.Adicione o frango e tempere a gosto;
3.Adicione o requeijão.

Creme:
1.Bata o milho, o leite, o amido de milho e o caldo de galinha no liquidificador e reserve;
2.Em uma panela refogue a cebola e o alho no azeite e coloque a mistura do liquidificador.
3.mexa até borbulhar

Coloque o frango na refratária e cubra com o creme de milho, salpique queijo ralado e leve ao forno alto por cerca de 30 minutos.
Sirva com batata palha
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29 maio 2010

A Guerra Secular Contra o Sobrenatural (Parte V) - A Missão Religiosa da Mulher

Por Dra. Alice Von Hildebrand*
Tradução de Melissa Bergonso

A Missão Religiosa da Mulher

Mas deixe-me voltar à questão do feminismo, que foi uma das minhas maiores preocupações. O Feminismo começou como uma forma de revolta contra tratamentos incorretos e injustificados que as mulheres sofriam ocasionalmente, e um dos meus deleites na Cidade Universitária, dia após dia, foi quão tola meus colegas me consideravam. Por um longo período eu fui a única mulher no Departamento. E eles costumavam dizer “Uma mulher, como você pode ensinar filosofia?” É muito trágico, mas o que você pode fazer? Há uma história de cultura masculina.

Se você ler o Evangelho, as mulheres possuem um papel muito secundário. Mesmo a Santa Virgem é muito raramente mencionada e fala muito pouco. A partir do momento em que você põe um olhar sobrenatural sobre isso, você chegará à estranha conclusão de que é um privilégio ser uma mulher. É um privilégio precisamente porque, estar em segundo plano, de um secularístico ponto de vista, ser humilhada, como freqüentemente acontece, é uma tremenda vantagem sobrenatural.

Isto é algo que Santa Teresa entendeu muito profundamente. Não é verdade que ser humilhada é ser inferior. Não é verdade que ser sujeita ao seu marido é ser inferior. Se você ler o Evangelho de São Lucas, quando Cristo foi encontrado no Templo em Jerusalém e então retornou a Nazaré com Maria e José, é dito: “Ele era sujeito a eles”.

Você gostaria de estar na situação de São José ou na situação de Maria? São José tinha o pecado original e era uma criatura. Maria não tinha o pecado original e era uma criatura. E o Menino Jesus era Deus. E quem estava sujeito a quem? Deus era sujeito a estas criaturas. Não é uma posição confortável dar ordens a alguém que é Divino. Consequentemente ser submisso não significa ser inferior, mas significa absolutamente a perspectiva sobrenatural de que aceitar a humilhação é ficar muito perto de Deus, porque este é nosso caminho para o Paraíso. É uma bênção. Mas eu afirmo que as mulheres têm, particularmente, uma missão religiosa.
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09 maio 2010

Fonte das Virtudes do Filhos.

“O Bom Deus deu-me um pai e uma mãe mais dignos do céu que da terra”
(Santa Teresinha do Menino Jesus)


Santa Teresinha e sua mãe Beata Zélia Guérin




A Mãe Católica: fonte das virtudes dos filhos


Com minhas felicitações a todas as mães, e como homenagem para esse dia a elas dedicado, transcrevo trechos do magnífico livro “O Espírito de Família — no Lar, na Sociedade e no Estado”, de autoria de Mons. Henri Delassus (escritor e polemista católico, 1836 – 1921). Os trechos que escolhi tratam a respeito da influência das virtudes das boas mães na formação dos filhos, da instrução — pelo exemplo de vida — nos princípios da moral católica e da tão árdua quanto meritória condução da vida familiar.
Santa Gianna Bereta Molla


“Feliz o homem a quem Deus concedeu uma santa mãe! — disse Lamartine. Apesar dos desvios da sua imaginação, ele guardou sempre a lembrança da educação cristã que lhe deu sua mãe. Dois anos antes de sua morte, ele ajoelhou-se na semana de Páscoa à Santa Mesa, ao lado de sua mãe.

‘Se a mãe tomou como um dever imprimir profundamente na fronte de seu filho o caráter divino, pode-se estar praticamente seguro de que a mão do vício nunca o apagará inteiramente’ — afirmou Joseph de Maistre.

Quantas outras mães imprimiram profundamente, na alma dos filhos, o respeito, o culto, a adoração de Deus, de Quem elas eram para eles, pela pureza de vida, a imagem viva!
Como mãe, a mulher cristã santifica o homem-filho; como filha, ela edifica o homem-pai; como irmã, ela melhora o homem-irmão; como esposa, ela santifica o homem-esposo.

‘Eu quero fazer do meu filho um santo’ — dizia a mãe de Santo Atanásio.

‘Graças mil vezes, meu Deus, por nos terdes dado por mãe uma santa!’ — exclamaram por ocasião da morte de Santa Emília seus dois filhos, São Basílio e São Gregório Nazianzeno.


‘Ó! meu Deus, eu devo tudo a minha mãe!’ — dizia Santo Agostinho.


Como gratidão por tê-lo tão profundamente impregnado da doutrina de Cristo, São Gregório Magno mandou pintar sua mãe Sílvia ao seu lado, com vestido branco e a mitra dos doutores, estendendo dois dedos da mão direita, como para abençoar, e tendo na mão esquerda o livro dos santos Evangelhos diante dos olhos de seu filho.

Quem nos deu São Bernardo, e o fez tão puro, tão forte, tão abrasado de amor por Deus? Sua mãe, Aleth.

Mais perto de nós, Napoleão disse: ‘O futuro de uma criança é a obra da sua mãe’. E Daniel Lesueur afirma: ‘Quando se é alguém, é muito raro que isso não se deva à própria mãe’. Pasteur afirmou: ‘Ó meu pai e minha mãe, que vivestes tão modestamente, é a vós que eu devo tudo! Teus entusiasmos, minha valorosa mãe, tu os fizeste passar para mim. Se eu sempre associei a grandeza da ciência à grandeza da pátria, é porque eu estava impregnado dos sentimentos que tu me havias inspirado’.

A alguns que o felicitavam por ter o gosto da piedade, o Santo Cura d'Ars disse: ‘Depois de Deus, isto se deve à obra de minha mãe’.

Quase todos os santos fizeram remontar as origens da sua santidade à própria mãe. Pode-se acrescentar que os grandes homens também foram feitos pelas próprias mães.

O Bispo Castulfo, numa missiva a Carlos Magno, recorda-lhe a lembrança de sua mãe, Berta, e lhe diz: ‘Ó rei, se Deus todo poderoso vos elevou em honra e glória acima de vossos contemporâneos e de todos os vossos predecessores, vós o deveis sobretudo às virtudes de vossa mãe!’

‘É sobre os joelhos da mãe – disse Joseph de Maistre – que se forma o que há de mais excelente no mundo’.



Ela é no lar essa chama resplandecente de que fala o Evangelho, distribuindo sobre todos a luz da Fé e o ardor da caridade divina. A ela incumbe vivificar na família a idéia da soberania de Deus, nosso primeiro princípio e nosso último fim, o amor e reconhecimento que devemos ter por sua infinita bondade, o temor da sua justiça, o espírito de religião que nos une a Ele, a lei dos castos costumes, a honestidade dos atos e a sinceridade das palavras, o devotamento e ajuda mútua, o trabalho e a temperança.



‘Na família — diz Augustin Cochin — a figura dominante é a da mãe. Tudo depende da sua virtude e acaba por se modelar de acordo com ela. Ao marido competem o trabalho e o aprovisionamento do lar, e à mulher os cuidados e a direção interior. O marido ganha, a mulher poupa. O marido alimenta os filhos, a mulher os educa. O marido é o chefe da família, a mulher é seu elo de união com ela. O marido é a honra do lar, a mulher a sua bênção’.


O Visconde de Maumigny escreveu em 1862, quando os Zuavos Pontifícios derramavam seu sangue para defender o Papado: ‘Devemos às nossas mães e irmãs o fundo de honra e de devotamento cavalheiresco que é a vida da França. Nós lhes devemos a Fé católica. Discípulas da Rainha dos Apóstolos e dos Mártires, as mães fizeram passar seus corações aos dos filhos. Maria Santíssima, o modelo das mães, ensinou-lhes como se sacrifica um filho único a Deus e à Igreja. Ao ouvir as narrações dessas imolações sublimes, o Papa Pio IX comentava: Não, a França que produziu tais santas não perecerá jamais!’



Em Castelfidardo os zuavos pontifícios combatiam sob os olhos de suas mães, presentes em seu pensamento e entre as paredes do santuário onde a Rainha dos Mártires gerou o Rei dos Mártires. Todos, enquanto marchavam contra o inimigo, repetiam esta frase de um deles: ‘Minha alma a Deus, meu coração à minha mãe, meu corpo a Loreto’. À mãe deles, a Maria Santíssima, que a todos inspirava, reverte a honra da batalha. Como outrora os cruzados, e mais tarde os vendeanos, foi sobre os joelhos das mães que eles aprenderam a morrer por Deus, pela Igreja e pela Pátria”.





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